Um guia para bom jornalismo
AJUDAR as pessoas a encontrar jornalismo de qualidade, é o objectivo do News Trust, que disponibiliza ainda um guia para professores.
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AJUDAR as pessoas a encontrar jornalismo de qualidade, é o objectivo do News Trust, que disponibiliza ainda um guia para professores.
PROMÍSCUA a relação entre os media, a sua necessidade de financiamento e a prática do jornalismo. Uma mistura ‘explosiva’, que do ponto de vista ético levanta sérios problemas, como alerta João Canavilhas, sobre o mais recente exemplo, vindo do Los Angeles Times.
O mesmo é dizer, que a missão/obrigação de informar há muito que foi suplantada pela de comercializar. O problema é que – como ouvi alguém referir recentemente – o jornalismo não é um produto.
GESTOR de redes é uma profissão recente, que surge a partir/e para d/a web. O futuro passa por aí, segundo João Canavihas, sobre os 15 anos de Jornalismo na Web (#jweb15).
ROSENTAL Alves é o autor da frase, que proferiu aquando do último workshop/seminário de jornalismo online, quando se referia ao hipertexto. Infelizmente, passados 15 anos da web em Portugal, é pouco usado no jornalismo.
A principal justificação será a existência de uma cultura, nos media, de que são eles os detentores da informação. Nada mais errado. Casos como as cheias na Madeira ou o tsunami no Chile, ilustram as práticas correntes.
Contextualização, memória e, se calhar o principal pretexto a apresentar aos senhores dos media, a rapidez no processo de construção da notícia. ‘Hiperlinkar’ é ajudar a contextualizar. Poupam-se palavras (a mais), poupa-se tempo. E esta, ein!
ANÁLISE aos 15 anos de Jornalismo na Web (#jweb15) e notas para o futuro, por Hélder Bastos (apresentação usada pelo autor, nas jornadas).
FUNDADOR do El Pais, Juan Luis Cebrián fala sobre o futuro do jornalismo na era digital, em entrevista concedida a Maria Elena Meneses e publicada na mais recente edição da Sala de Prensa.
(…) el periódico es un producto muy especial. La comunicación se hace por los sentidos, y hay dos sentidos que por lo que sea tienen poco prestigio en la comunicación, salvo la comunicación erótica o estrictamente humana, que son el tacto y el olfato, y el periódico es un objeto que tiene que ver mucho con el tacto y con el olfato, su olor a tinta en las redacciones. Entonces eso pertenece a una cultura centenaria y creo que va a permanecer por mucho tiempo.
TSUNAMI no Chile, estudantes e reportagem. Dois minutos de storytelling, que vale a pena ver/ouvir.
(via Innovative Interactivity)