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	<title>Comments on: Incentivo à leitura de imprensa regional e local</title>
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	<description>coisas dos média, do jornalismo e da comunicação</description>
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		<title>By: Fará sentido? &#171; Local Media PT</title>
		<link>http://www.jornalices.com/2010/02/04/incentivo-a-leitura-de-imprensa-regional-e-local/comment-page-1/#comment-1014</link>
		<dc:creator>Fará sentido? &#171; Local Media PT</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 14:22:02 +0000</pubDate>
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		<description>[...] é o retomar de uma velha questão: necessidade de diferenciar imprensa regional de imprensa [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] é o retomar de uma velha questão: necessidade de diferenciar imprensa regional de imprensa [...]</p>
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		<title>By: Avaliação da Política de Incentivo à Leitura &#171; Media &#38; Jornalismo de Proximidade</title>
		<link>http://www.jornalices.com/2010/02/04/incentivo-a-leitura-de-imprensa-regional-e-local/comment-page-1/#comment-652</link>
		<dc:creator>Avaliação da Política de Incentivo à Leitura &#171; Media &#38; Jornalismo de Proximidade</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 17:12:22 +0000</pubDate>
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		<description>[...] isso, aqui ficam alguns contributos.    &#9654; Nenhuma resposta   /* 0) { jQuery(&#039;#comments&#039;).show(&#039;&#039;, change_location()); [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] isso, aqui ficam alguns contributos.    &#9654; Nenhuma resposta   /* 0) { jQuery(&#39;#comments&#39;).show(&#39;&#39;, change_location()); [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Jaquim Primo</title>
		<link>http://www.jornalices.com/2010/02/04/incentivo-a-leitura-de-imprensa-regional-e-local/comment-page-1/#comment-474</link>
		<dc:creator>Jaquim Primo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 12:44:31 +0000</pubDate>
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		<description>Nem tem nada que ser “acarinhada” ou “apoiada”, mas também não tem que ser atacada de morte…
Então se no tempo do Salazar havia uma fraquia única de dois tostões, importância igualmente diluível nos preços de venda e assinatura, porque é que nunca houve regulação governamental nos custos de expedição de jornais, que são muito inflaccionados para o peso até 200gr, sem descontos de quantidade nem nada, numa empresa do próprio estado?
Num sector já liberalizado onde já há operadores a prestar serviços quase a metade do preço e com descontos, etc? E isto realmente para o estrangeiro, porque para o território nacional, nem devia existir porte pago.
E os outros apoios em que existiram abusos impunes, a comprar equipamentos muito acima das necessidades, porque o Estado pagava.
Se um jornal hoje não dispõe de 500€ para comprar um mísero PC, caramba, mais vale fechar.
Há sim é que criar condições que vão de encontro à sustantabilidade de ambas as partes, e aqui sim, beneficiar os jornais que tem bastantes assinantes pagantes no estangeiro, os que são na prática mais prejudicados com isto, além de não ser saudável para os jornalistas profissionais que neles trabalham obrigatóriamente por lei.
A forma como foi implementada a lei, e isto porque o Cavaco não promulgou o diploma original, então aí tinha sido um desastre total e um erro crasso.
Afinal, sempre ainda são 6 milhões por dia que os emigrantes mandam de remessas para cá e merecem qualquer coisita pouca em troca…

Estatuto da Imprensa Regional

Decreto-Lei n.º106/88
de 31 de Março</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nem tem nada que ser “acarinhada” ou “apoiada”, mas também não tem que ser atacada de morte…<br />
Então se no tempo do Salazar havia uma fraquia única de dois tostões, importância igualmente diluível nos preços de venda e assinatura, porque é que nunca houve regulação governamental nos custos de expedição de jornais, que são muito inflaccionados para o peso até 200gr, sem descontos de quantidade nem nada, numa empresa do próprio estado?<br />
Num sector já liberalizado onde já há operadores a prestar serviços quase a metade do preço e com descontos, etc? E isto realmente para o estrangeiro, porque para o território nacional, nem devia existir porte pago.<br />
E os outros apoios em que existiram abusos impunes, a comprar equipamentos muito acima das necessidades, porque o Estado pagava.<br />
Se um jornal hoje não dispõe de 500€ para comprar um mísero PC, caramba, mais vale fechar.<br />
Há sim é que criar condições que vão de encontro à sustantabilidade de ambas as partes, e aqui sim, beneficiar os jornais que tem bastantes assinantes pagantes no estangeiro, os que são na prática mais prejudicados com isto, além de não ser saudável para os jornalistas profissionais que neles trabalham obrigatóriamente por lei.<br />
A forma como foi implementada a lei, e isto porque o Cavaco não promulgou o diploma original, então aí tinha sido um desastre total e um erro crasso.<br />
Afinal, sempre ainda são 6 milhões por dia que os emigrantes mandam de remessas para cá e merecem qualquer coisita pouca em troca…</p>
<p>Estatuto da Imprensa Regional</p>
<p>Decreto-Lei n.º106/88<br />
de 31 de Março</p>
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	<item>
		<title>By: Pedro Jerónimo</title>
		<link>http://www.jornalices.com/2010/02/04/incentivo-a-leitura-de-imprensa-regional-e-local/comment-page-1/#comment-449</link>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 15:21:12 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Paulo, parece-me que esse seria o ideal de dependência, isto é, uma reciprocidade entre jornalista(s) e audiência. Ambos ficavam a ganhar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Paulo, parece-me que esse seria o ideal de dependência, isto é, uma reciprocidade entre jornalista(s) e audiência. Ambos ficavam a ganhar.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Paulo Duarte Barbosa</title>
		<link>http://www.jornalices.com/2010/02/04/incentivo-a-leitura-de-imprensa-regional-e-local/comment-page-1/#comment-447</link>
		<dc:creator>Paulo Duarte Barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 14:47:34 +0000</pubDate>
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		<description>A publicidade, obviamente.

Mas queremos conseguir a tal dependência que falavas - a dos leitores.

Se a publicidade pagar, pelo menos, a impressão, o leitor pode ter um papel decisivo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A publicidade, obviamente.</p>
<p>Mas queremos conseguir a tal dependência que falavas &#8211; a dos leitores.</p>
<p>Se a publicidade pagar, pelo menos, a impressão, o leitor pode ter um papel decisivo.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Pedro Jerónimo</title>
		<link>http://www.jornalices.com/2010/02/04/incentivo-a-leitura-de-imprensa-regional-e-local/comment-page-1/#comment-446</link>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 12:07:46 +0000</pubDate>
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		<description>Já passei pelo vosso website, onde pude folhear a revista. É caso para dizer: Pormenores muito interessante(s)!

Quanto a 5 páginas de publicidade em 84, é manifestamente pouco. Qual é a vossa principal fonte de financiamento?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já passei pelo vosso website, onde pude folhear a revista. É caso para dizer: Pormenores muito interessante(s)!</p>
<p>Quanto a 5 páginas de publicidade em 84, é manifestamente pouco. Qual é a vossa principal fonte de financiamento?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Paulo Duarte Barbosa</title>
		<link>http://www.jornalices.com/2010/02/04/incentivo-a-leitura-de-imprensa-regional-e-local/comment-page-1/#comment-444</link>
		<dc:creator>Paulo Duarte Barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 15:46:18 +0000</pubDate>
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		<description>O projecto que tentamos implementar através da Revista Pormenores - uma publicação sobre todo o Alentejo, com distribuição nacional, e que estamos também a procurar levar junto das comunidades de emigrantes portugueses espalhados por todo o mundo - depende apenas de 5 páginas de publicidade para ser um projecto totalmente viável a nível económico. A publicação tem 84 páginas. 

A nossa aposta é oferecer aos leitores uma publicação com conteúdos e não um catálogo de publicidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O projecto que tentamos implementar através da Revista Pormenores &#8211; uma publicação sobre todo o Alentejo, com distribuição nacional, e que estamos também a procurar levar junto das comunidades de emigrantes portugueses espalhados por todo o mundo &#8211; depende apenas de 5 páginas de publicidade para ser um projecto totalmente viável a nível económico. A publicação tem 84 páginas. </p>
<p>A nossa aposta é oferecer aos leitores uma publicação com conteúdos e não um catálogo de publicidade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Pedro Jerónimo</title>
		<link>http://www.jornalices.com/2010/02/04/incentivo-a-leitura-de-imprensa-regional-e-local/comment-page-1/#comment-443</link>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:02:36 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Paulo Barbosa, subscrevo plenamente o que refere no segundo parágrafo, com uma ressalva: o ideal seria existir uma única dependência, por parte dos jornais, isto é, os leitores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Paulo Barbosa, subscrevo plenamente o que refere no segundo parágrafo, com uma ressalva: o ideal seria existir uma única dependência, por parte dos jornais, isto é, os leitores.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Paulo Duarte Barbosa</title>
		<link>http://www.jornalices.com/2010/02/04/incentivo-a-leitura-de-imprensa-regional-e-local/comment-page-1/#comment-440</link>
		<dc:creator>Paulo Duarte Barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 01:33:00 +0000</pubDate>
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		<description>Estive presente num encontro onde estavam vários responsáveis pela comunicação social local e regional, promovido pela ERC. A determinada altura, um director de um jornal, depois de se queixar dos atrasos nos pagamentos por parte das Câmaras Municipais, explicou o segredo da sua publicação: &quot;o que nos salva é que, felizmente, ainda vão morrendo bastantes pessoas e a necrologia vai dando para pagar algumas contas&quot;.

A aposta na qualidade seria o único critério bem definido para atribuir estes apoios ao jornalismo de proximidade.

Alimentar publicações que são construídas à volta da secção de necrologia; que servem de veículo para alimentar egos de algumas personalidades públicas ou, simplesmente, para captar as verbas destinadas à publicidade, não me parecem bons critérios.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estive presente num encontro onde estavam vários responsáveis pela comunicação social local e regional, promovido pela ERC. A determinada altura, um director de um jornal, depois de se queixar dos atrasos nos pagamentos por parte das Câmaras Municipais, explicou o segredo da sua publicação: &#8220;o que nos salva é que, felizmente, ainda vão morrendo bastantes pessoas e a necrologia vai dando para pagar algumas contas&#8221;.</p>
<p>A aposta na qualidade seria o único critério bem definido para atribuir estes apoios ao jornalismo de proximidade.</p>
<p>Alimentar publicações que são construídas à volta da secção de necrologia; que servem de veículo para alimentar egos de algumas personalidades públicas ou, simplesmente, para captar as verbas destinadas à publicidade, não me parecem bons critérios.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Joaquim Manuel Alves dos Santos</title>
		<link>http://www.jornalices.com/2010/02/04/incentivo-a-leitura-de-imprensa-regional-e-local/comment-page-1/#comment-436</link>
		<dc:creator>Joaquim Manuel Alves dos Santos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 00:05:12 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Pedro: Não é a diferença de escudos e euros que alteram os valores superiores a que me refiro. Passo a explicar. De facto os fundos do Estado reduziram em termos de valor mas em termos de proporção até aumentaram, tendo em conta o número de projectos contemplados. Mesmo assim, numa outra perspectiva, continuo a achar que houve &quot;aumento&quot; porque muitos desses projectos de imprensa regional apoiados pelo Estado (nossos impostos), não o mereceram, não o merecem. Seria lógico e importante reduzir nestes e dar parte do bolo a quem obviamente não pode competir, a todos os jornais que são memórias de certas regiões do país e que não estão no mesmo pé de igualdade para terem por exemplo um, dois ou três jornalistas profissionais, requisito determinante para o incentivo à leitura. Pois bem, o quadro teve menos empresas contempladas e redução de dinheiro disponível. Mas, em termos proporcionais e destacando o facto de que algumas das empresas contempladas, no meu entender, não deveriam ver a cor do vil metal, ENTÃO HOUVE DE FACTO MAIS DINHEIRO INVESTIDO EM DETERMINADOS PROJECTOS. Que se faça distinção de uma vez por todas, a imprensa regional da imprensa local. Depois deste trabalho feito que se apoie para duas realidades bem diferentes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Pedro: Não é a diferença de escudos e euros que alteram os valores superiores a que me refiro. Passo a explicar. De facto os fundos do Estado reduziram em termos de valor mas em termos de proporção até aumentaram, tendo em conta o número de projectos contemplados. Mesmo assim, numa outra perspectiva, continuo a achar que houve &#8220;aumento&#8221; porque muitos desses projectos de imprensa regional apoiados pelo Estado (nossos impostos), não o mereceram, não o merecem. Seria lógico e importante reduzir nestes e dar parte do bolo a quem obviamente não pode competir, a todos os jornais que são memórias de certas regiões do país e que não estão no mesmo pé de igualdade para terem por exemplo um, dois ou três jornalistas profissionais, requisito determinante para o incentivo à leitura. Pois bem, o quadro teve menos empresas contempladas e redução de dinheiro disponível. Mas, em termos proporcionais e destacando o facto de que algumas das empresas contempladas, no meu entender, não deveriam ver a cor do vil metal, ENTÃO HOUVE DE FACTO MAIS DINHEIRO INVESTIDO EM DETERMINADOS PROJECTOS. Que se faça distinção de uma vez por todas, a imprensa regional da imprensa local. Depois deste trabalho feito que se apoie para duas realidades bem diferentes.</p>
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