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	<title>JORNALICES &#187; Economy</title>
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	<description>Jerónimo blogging about Media &#38; Journalism</description>
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		<title>Crise económica e mediática</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 11:22:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>AGAIN, again and again</em>. É certo que Portugal está em crise, mas não me parece que seja apenas económica. Reconhecendo que não acedo à informação veiculada, sobre esta matéria, em todos os <em>media</em> portugueses, na generalidade do que vejo parece-me que se tem dado demasiada importância aos ‘números da crise’, em detrimento da busca por respostas. </p>
<p>Há, porém, excepções. Ao nível da televisão – o meio mais transversal e abrangente a todos os sectores da sociedade –, por exemplo, já por duas vezes que apanho, na <a href="http://www.sic.pt">SIC</a>, Ricardo Costa a comentar este ponto da actualidade, apontando caminhos que me pareceram consistentes para sair da crise e que se podem resumir no ditado popular ‘não guardes para amanhã, o que podes fazer hoje’.</p>
<p>O Alexandre Gamela colocou, esta manhã, o <a href="http://twitter.com/alexgamela/status/12993889824">‘dedo na ferida’</a>, consequência – a meu ver – do jornalismo que se faz por cá. Não se trata de dar só notícias boas (‘jornalismo positivo’), mas procurar as respostas. Ou como li um dia: “Parem de me dar <em>breaking news</em>! O que eu preciso é de perceber os ‘porquês’ e os ‘comos’”. </p>
<p>Logicamente que este não é um problema especifico do tema, mas da prática, das rotinas do jornalismo contemporâneo, com reduzido espaço para a investigação, essência da actividade. Esperam-se (desejam-se) melhores dias, para o jornalismo, para Portugal.</p>
<p><em>Actualização (17h05): <a href="http://aeiou.expresso.pt/cinco-medidas-imediatas-para-responder-a-crise=f579170">Cinco medidas</a>, pelo <a href="http://aeiou.expresso.pt/">Expresso</a></em>.</p>
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		<title>Publi-Jornalismo</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 19:22:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PROMÍSCUA a relação entre os media, a sua necessidade de financiamento e a prática do jornalismo. Uma mistura ‘explosiva’, que do ponto de vista ético levanta sérios problemas, como alerta João Canavilhas, sobre o mais recente exemplo, vindo do Los Angeles Times. 
O mesmo é dizer, que a missão/obrigação de informar há muito que foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PROMÍSCUA a relação entre os <em>media</em>, a sua necessidade de financiamento e a prática do jornalismo. Uma mistura ‘explosiva’, que do ponto de vista ético levanta sérios problemas, como alerta João Canavilhas, sobre o mais recente <a href="http://www.ca.ubi.pt/canavilhas/?p=466">exemplo</a>, vindo do <em><a href="http://www.latimes.com">Los Angeles Times</a></em>. </p>
<p>O mesmo é dizer, que a missão/obrigação de informar há muito que foi suplantada pela de comercializar. O problema é que – como ouvi alguém referir <a href="http://www.jornalices.com/2010/03/04/memorize-gestores-de-rede-e-hiperlocal/">recentemente</a> – o jornalismo não é um produto. </p>
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		<title>‘Namorar’ conteúdos</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 15:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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(via Periodistas 21)
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			<content:encoded><![CDATA[<p><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9357922&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="240"></embed></p>
<p>(via <a href="http://periodistas21.blogspot.com/2010/02/un-pirata-para-el-pago-por-contenidos.html">Periodistas 21</a>)</p>
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		<title>MacJornalismo</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 14:53:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[FAST como a comida, assim é a prática jornalística – acontecimentos como os sismos no Haiti, são apenas um exemplo. Desconheço a origem do termo, porém, tive o primeiro contacto, com ele, através do Miguel Carvalho. Acrescento apenas, ao enquadramento dado, o facto de se querer fazer tudo a correr com o mínimo de profissionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FAST como a comida, assim é a prática jornalística – acontecimentos como os sismos no Haiti, são apenas um exemplo. Desconheço a origem do termo, porém, tive o primeiro contacto, com ele, através do <a href="http://adevidacomedia.wordpress.com/2010/01/18/macjornalismo/">Miguel Carvalho</a>. Acrescento apenas, ao enquadramento dado, o facto de se querer fazer tudo a correr com o mínimo de profissionais possível (há quem lhe chame rentabilização). Um dos resultados pode ser o recordado por <a href="http://letratura.blogspot.com/2010/01/revisores-dos-jornais.html">Helder Guégués</a>. </p>
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		<title>Crise económica acelera migração para digital</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 16:17:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rapidez de acesso, multi-plataformas e custos reduzidos motivam a expansão de conteúdos na web. Marcel Fenez, especialista em Media e Entretenimento (PWC), fala sobre esta realidade.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Rapidez de acesso, multi-plataformas e custos reduzidos motivam a expansão de conteúdos na web. Marcel Fenez, especialista em Media e Entretenimento (PWC), fala sobre esta realidade.</p>
<p><embed src="http://www.youtube.com/v/U8c3Di3x5PQ&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></p>
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		<title>“A crise só agora começou”</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 12:36:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Figueira da Foz]]></category>

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		<description><![CDATA[…e “o grande mal nacional é a inveja e a pequenez mental” são as “gordas” – mesma notícia – do jornal que me acaba de me cair na secretaria. Uma interessante entrevista ao editor de economia da SIC, Luís Ferreira Lopes, publicada no mensário O Figueirense (que desconhecia).
“A minha proposta é que estes subsídios [férias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>…e “o grande mal nacional é a inveja e a pequenez mental” são as “gordas” – mesma notícia – do jornal que me acaba de me cair na secretaria. Uma interessante <a href="http://www.ofigueirense.com/seccao.php?id_edi=123&#038;id_sec=3">entrevista ao editor de economia da SIC, Luís Ferreira Lopes</a>, publicada no mensário <em>O Figueirense</em> (que desconhecia).</p>
<blockquote><p>“A minha proposta é que estes subsídios [férias e Natal] fossem diluídos nos vencimentos mensais: para os trabalhadores resultariam num aumento líquido ao final de cada mês, e para as empresas seria mais fácil gerir a despesa.”</p></blockquote>
<blockquote><p>“[Comportamento a adoptar] Julgo que tem de ser um ‘mix’ de poupança e consumo. É que as pessoas também não podem retrair-se de forma rígida e diminuir drasticamente o consumo… isso seria um desastre. Agora, podem reduzir algumas despesas e consumir de forma moderada, com bom-senso.”</p></blockquote>
<blockquote><p>“[Crise será tempo de oportunidade?] É. No ramo alimentar, por exemplo, mas também no do lazer e distracção, ou no turismo interno. Há vários segmentos, para as classes média/alta e alta.”</p></blockquote>
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