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	<title>JORNALICES &#187; Education</title>
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		<title>Desafios do (ciber)jornalismo</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 18:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[OPINE aí s.f.f. Basicamente era o que a Daniela Gonçalves – aluna do 2.º ano do curso de Comunicação Social do Instituto Superior Miguel Torga de Coimbra – pretendia. Devo dizer que apanhei logo um susto com o tema do trabalho: “Os desafios do jornalismo em tempos de Internet. Os jornais vão sobreviver? Que modelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>OPINE aí s.f.f. Basicamente era o que a Daniela Gonçalves – aluna do 2.º ano do curso de Comunicação Social do Instituto Superior Miguel Torga de Coimbra – pretendia. Devo dizer que apanhei logo um susto com o tema do trabalho: “Os desafios do jornalismo em tempos de Internet. Os jornais vão sobreviver? Que modelos de comunicação têm de adoptar os media tradicionais perante o digital?” Recomposto, seguiram-se os bitaites.</p>
<blockquote><p><strong>Quais as principais mudanças estruturais, ou eventuais rupturas, considera terem existido com a implementação dos jornais online?</strong></p>
<p>Começo por dividir a questão em duas partes: oportunidades e práticas.</p>
<p>Com o aparecimento da Internet e posteriormente das redes sociais, os jornais passaram a ter a oportunidade de actuarem em mais do que um meio. Teoricamente deixaram de ser meros jornais em papel e passaram a ser marcas de informação com múltiplos canais de actuação. E quando falo em actuação não falo numa comunicação unidireccional, que caracterizou (e ainda caracteriza) a actuação da generalidade dos media. Quero dizer, há a oportunidade de uma comunicação bidireccional. Falo acima de tudo da oportunidade para a conversação, isto é, uma maior proximidade entre quem anteriormente só produzia (jornalistas) e quem anteriormente só consumia (leitores). A questão da periodicidade deixa igualmente de fazer sentido. Um semanário tem um fecho por semana, para a edição em papel, mas um fecho diário, permanente, no seu ciberjornal. </p>
<p>Isto tudo levou ainda à necessidade de adaptação a novas linguagens. O jornalista já não escreve e tira fotos somente. Passou ater a possibilidade de, no “novo” meio, comunicar usando uma linguagem multimédia. No fundo contar estórias que envolvam mais sentidos e quem façam sentido serem contadas assim. </p>
<p>Quanto à prática, na generalidade está muito longe da teoria. Apesar de estar atento aos media mais “sonantes” em Portugal, observo com mais atenção os locais e regionais, nomeadamente ao nível da imprensa. E nesse campo o shovelware contínua a ser a prática dominante. Há 15 anos que os conteúdos do papel são meramente transpostos para a web, sem grandes edições. É assim desde 1996 – ano em que começaram a surgir os primeiros cibejornais regionais – com os conteúdos noticiosos paraa Internet e contínua a ser assim com a utilização que é feita das ferramentas mais recentes, como o Facebook ou o Twitter. Neste último caso é o “<em>shovelware</em> a 140 caracteres” (<a href="http://revistas.ua.pt/index.php/prismacom/article/viewFile/750/677">Jerónimo e Duarte, 2010</a>). Apesar de haver, pontualmente, algum aproveitamento das potencialidades destas ferramentas, a generalidade usa-as essencialmente para disseminarem informação. Resumindo: nos media regionais – e não só – ainda se mantém a cultura da comunicação unidireccional. Nós produzimos, vocês consomem. Enquanto assim for, juntando ainda a inexistência de um modelo de negócio para o online, não me parece que se possa falar em (grandes) roturas. A mentalidade é a mesma. </p>
<p>Um aparte. No dia em que recebo estas perguntas, o <a href="http://www.jornalices.com/2011/12/20/dn-inaugura-redaccao-multiplataforma/">DN anuncia uma redacção multiplataforma</a>. Falamos de um jornal histórico em Portugal, que me parece que está a fazer mais uma operação de cosmética do que outra coisa. Antigamente – ou não tão longe quanto isso – os jornais mudavam o layout, mas os conteúdos mantinham-se. Aqui parece-me o mesmo. E digo-o a partir de alguns indicadores que recolho do vídeo de apresentação. Fala-se em não sei quantas ilhas de edição (vídeo), para serem usadas pelos jornalistas que se adaptem melhor à realidade. Então mas aprioridade não devia ser ao contrário, recursos humanos primeiro e os técnicos depois? Mostra-se um grande aparato tecnológico, mas qual será a estratégia ciberjornalística? Uma redacção tão grande e equipada para quem? Os jornalistas estão preparados ou isto é uma imposição?</p>
<p>Quero dizer, tal como no tempo só do papel, investe-se em mudar em imagem, a encher o olho, mas fora isso, nada. Veremos.</p>
<p><strong>Não tendo existido <em>mediamorphosis</em> (passagem radical dos media tradicionais para os novos media), qual o papel dos meios de comunicação tradicionais (como o jornal, rádio ou tv), com o advento da Internet?</strong></p>
<p>Irei focar-me novamente no caso que melhor conheço: imprensa regional. </p>
<p>Não querendo ser pretensioso – <a href="http://ciberotinas.wordpress.com/2011/12/20/jornais-ainda-sao-o-grande-baluarte-do-jornalismo-local/">não sou o único a achar isso</a> –, penso que a “terra das oportunidades” está no local. É sobretudo a imprensa regional que alimenta o alinhamento noticioso local dos principais media em Portugal. A Internet facilitou-lhes imenso o acesso, sobretudo aos ciberjornais que mantêm uma actualização regular. Com as redacções a diminuírem e alguns jornais regionais e locais a fecharem, vai-se perdendo a cobertura noticiosa ao nível local. Os que resistirem continuarão a ter um importantíssimo papel de comunicação da informação local e regional. Isto aplica-se à imprensa e restantes media, mas não só. O aparecimento da Internet e a mudança dos media de massas para o eu-media, levou a que qualquer pessoa possa comunicar-se com a sua “audiência”. Portanto, se numa determinada freguesia, município ou distrito não existir um meio de comunicação social, haverá sempre um blogue, uma página no Facebook onde alguém falará sobre assuntos que lhe são próximos. O principal papel dos media será estabelecer uma rede de redes, entre os mais ou menos eu-media que estejam associados a determinada localidade ou assunto. No fundo, não se pede outra coisa que não praticar aquilo que supostamente os caracteriza: (ciber)jornalismo de proximidade.</p>
<p>Por fim, acrescento que também ao nível dos media locais e regionais se apresenta o grande desafio de encontrar um modelo de negócio para o online. Importará sempre que comecem por se questionar sobre quem são e quem querem que sejam os seus &#8220;(ciber)leitores&#8221;. Onde estamos e para onde queremos ir? O que temos que fazer para nos adaptarmos a esse(s) rumo(s)? </p></blockquote>
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		<title>Pedrada Projecto Público</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 18:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CHARCO. Em cheio no dito cujo. Um espaço onde se funde a experiência de um jornal, as interrogações de investigadores e a irreverência de (ex-)estudantes. Em comum, o jornalismo. P3. A partir d&#8217;hoje&#8230; 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>CHARCO. Em cheio no dito cujo. Um espaço onde se funde a experiência de um jornal, as interrogações de investigadores e a irreverência de (ex-)estudantes. Em comum, o jornalismo. <a href="http://p3.publico.pt/">P3</a>. A partir d&#8217;hoje&#8230; </p>
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		<title>Médias e vagas dos cursos de jornalismo e comunicação</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 11:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[MAIS colocados na 1ª fase e descida generalizada das médias nos cursos de jornalismo e comunicação, são as principais conclusões do acesso ao ensino superior 2011/12. 
Para a 2ª fase sobram 56 vagas, menos 11 do que no ano transacto. 
Actualização (13h42):
Vagas sobrantes para a 2ª fase:
Comunicação Social e Cultura, UA, Ponta Delgada: 13
Comunicação e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MAIS colocados na 1ª fase e <a href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/?p=6885">descida generalizada das médias</a> nos cursos de jornalismo e comunicação, são as principais conclusões do acesso ao ensino superior 2011/12. </p>
<p><del datetime="2011-09-19T12:43:23+00:00">Para a 2ª fase sobram 56 vagas, menos 11 do que no <a href="http://www.jornalices.com/2010/09/13/jornalismo-ou-comunicacao-um-curso-aqui-a-mao/">ano transacto</a>. </del></p>
<p><em>Actualização (13h42):</em></p>
<p>Vagas sobrantes para a 2ª fase:</p>
<p>Comunicação Social e Cultura, UA, Ponta Delgada: 13<br />
Comunicação e Relações Públicas, IPG, Guarda: 35<br />
Comunicação Multimédia, IPG, Guarda: 32<br />
Comunicação Social e Educação Multimédia, IPL, Leiria: 17 (pós-laboral)<br />
Comunicação Social, IPV, Viseu: 18<br />
Comunicação Social, IPT, Tomar: 14</p>
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		<title>Fontes de informação local</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 16:25:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ESTUDANTES de jornalismo ou comunicação social são, naturalmente, fontes de informação (mais) qualificadas. E o (hiper-)local é um espaço de oportunidades. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>ESTUDANTES de jornalismo ou comunicação social são, naturalmente, <a href="http://changingnewsroom.wordpress.com/2011/02/17/boots-on-the-ground-students-as-local-news-sources/">fontes de informação</a> (mais) qualificadas. E o (hiper-)local é um espaço de oportunidades. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fontes (digitais) de informação</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 15:24:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DA TESE de mestrado “A pluralização das fontes de informação no ciberjornalismo Português: contribuição para a definição de parâmetros específicos de qualidade”, de Marina Chiari Lima Mendes (2010), defendida na Universidade do Porto:
“Antigamente nos jornais regionais e locais, por exemplo, muitas fontes eram o barbeiro&#8230; Por causa do acesso das pessoas à Web, e em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DA TESE de mestrado <em>“A pluralização das fontes de informação no ciberjornalismo Português: contribuição para a definição de parâmetros específicos de qualidade”</em>, de Marina Chiari Lima Mendes (2010), defendida na Universidade do Porto:</p>
<blockquote><p>“Antigamente nos jornais regionais e locais, por exemplo, muitas fontes eram o barbeiro&#8230; Por causa do acesso das pessoas à Web, e em vez de termos um barbeiro temos 50 mil barbeiros, e portanto é mais difícil ainda fazer a filtragem dessa informação. Mas eu acho que, se a pergunta é se pode ser fonte de informação? Pode. Agora, tem que passar por todos os crivos e todos os passos de confirmação que sempre se fez com qualquer fonte, quer dizer, tal como um político também temos que fazer a confirmação…” (p. 85)</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Futuro do jornalismo português</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 15:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[EXPERIMENTAR e colmatar as falhas dos media tradicionais. Deveria ser este o papel dos cursos e laboratórios de jornalismo em Portugal. 
O jornalista e docente António Granado não se tem cansado de chamar a atenção para estas questões, que levam a outras. Quais as perspectivas dos futuros jornalistas? Que avaliação fazem do jornalismo português actual? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>EXPERIMENTAR e <a href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/?p=5837">colmatar</a> as falhas dos media tradicionais. Deveria ser este o papel dos cursos e laboratórios de jornalismo em Portugal. </p>
<p>O jornalista e docente <a href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/">António Granado</a> não se tem cansado de chamar a atenção para estas questões, que levam a outras. Quais as perspectivas dos futuros jornalistas? Que avaliação fazem do jornalismo português actual? </p>
<p>Os encontros de estudantes de jornalismo de comunicação eram espaços privilegiados para tal. O último foi em <a href="http://www.enejc.esecs.ipleiria.pt/">2006</a>, em Leiria.</p>
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		<title>Parabéns e agradecido</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 14:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CONFESSO: se o Jornalices existe é muito por culpa do Ponto Media, que ontem comemorou 10 anos. Acompanho-o desde finais de 2005. 
Por outro lado, se tivesse de eleger os melhores momentos do ano que passou, diria que foi ter conhecido pessoalmente o António Granado. Já o admirava pelo que partilhava no Ponto Media, pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CONFESSO: se o <a href="http://jornalices.com">Jornalices</a> existe é muito por culpa do <a href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/">Ponto Media</a>, que ontem comemorou 10 anos. Acompanho-o desde finais de 2005. </p>
<p>Por outro lado, se tivesse de eleger os melhores momentos do ano que passou, diria que foi ter conhecido pessoalmente o <a href="http://about.me/antoniogranado">António Granado</a>. Já o admirava pelo que partilhava no Ponto Media, pois são temas do meu interesse, e mais o passei a admirar pelo contacto mantido durante 2010. Do primeiro encontro sobre <a href="http://www.jornalices.com/2009/10/25/%e2%80%9cnovos%e2%80%9d-novos-media/">jornalismo móvel</a>, passando pela <a href="http://www.jornalices.com/2010/07/17/phinished-project/">defesa</a> de projecto de tese… foram alguns bons momentos.</p>
<p>Roubando a ideia <a href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/?p=5555">aniversária</a> do António, apresento 10 motivos pelos quais é indispensável seguir o Ponto Media (quem tiver outros, faça favor de acrescentar <img src='http://www.jornalices.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> ):</p>
<p>1. É o olhar mais atento que conheço sobre os média, o jornalismo e as práticas dos jornalistas (de um português);<br />
2. É escrito por alguém que sabe o que diz, porque o faz (é jornalista e docente);<br />
3. Bom laboratório (e escola) do (ciber)jornalismo;<br />
4. Faz jus a uma prática ‘milenar’ do jornalismo: é claro, é curto e é conciso;<br />
5. Espaço de organização pessoal, que o autor não se imiscui – bem pelo contrário – de partilhar;<br />
6. “O jornalismo precisa cada vez mais de especialistas” e o António é um deles;<br />
7. O autor é um dos principais <a href="http://ciberjornalismo.com/mediaportugueses.htm">historiadores</a> do ciberjornalismo português (a par de <a href="http://jn.sapo.pt/Domingo/Interior.aspx?content_id=1732900">Helder Bastos</a>);<br />
8. Local de paragem obrigatória para estudantes, jornalistas ou curiosos pelas áreas;<br />
9. É escrito por uma referência do ciberjornalismo em Portugal, que trabalha num ‘média de referência’, mas isso não faz com que seja uma figura distante, arrogante…;<br />
10. É, provavelmente, o único conteúdo (português) na Internet pelo qual estaria disposto a pagar.</p>
<p>Longa vida ao <a href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/">Ponto Media</a> <img src='http://www.jornalices.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Encontro de Jovens Investigadores</title>
		<link>http://www.jornalices.com/2010/12/23/encontro-de-jovens-investigadores/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 16:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Research]]></category>
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		<description><![CDATA[O PRIMEIRO, sobre Ciências da Comunicação, em Portugal. Mais do que a área, destaco a iniciativa e o target. Se actualmente frequento um doutoramento foi graças ao ‘empurrão’, para a investigação, que me foi dado no final da licenciatura.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://sopcomji.wordpress.com/">PRIMEIRO</a>, sobre Ciências da Comunicação, em Portugal. Mais do que a área, destaco a iniciativa e o <em>target</em>. Se actualmente frequento um doutoramento foi graças ao ‘empurrão’, para a investigação, que me foi dado no final da licenciatura.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Matemática para jornalistas</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 12:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[FOGEM dela como o diabo da cruz! É muito fácil encontrar, à entrada das universidades com cursos de comunicação social e jornalismo, estudantes que definiram a sua opção em função da (ausência da) matemática. 
Pois é, caros futuros-jornalistas, sabem porque é que é tão importante essa área de conhecimento? É para se evitarem lamentos como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>FOGEM dela como o diabo da cruz! É muito fácil encontrar, à entrada das universidades com cursos de comunicação social e jornalismo, estudantes que definiram a sua opção em função da (ausência da) matemática. </p>
<p>Pois é, caros futuros-jornalistas, sabem porque é que é tão importante essa área de conhecimento? É para se evitarem lamentos como <a href="http://vaievem.wordpress.com/2010/11/24/uma-questao-de-confianca/">este</a>.</p>
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		<title>Ensinamentos comunicativos</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 11:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O EXEMPLO vem da indústria da moda e leva a que se questione sobre a necessidade de apresentações presenciais. 

Estendo-o a outros sectores, designadamente ao científico. No Brasil, por exemplo, há universidades que permitem que os cibernautas assistam à defesa de teses de mestrado ou doutoramento. Temos ainda os congressos, conferências… com oradores que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O EXEMPLO vem da indústria da moda e leva a que se <a href="http://www.nytimes.com/2010/09/30/fashion/30iht-rshow.html?_r=1&#038;hp">questione</a> sobre a necessidade de apresentações presenciais. </p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/15395630?portrait=0" width="500" height="281" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Estendo-o a outros sectores, designadamente ao científico. No Brasil, por exemplo, há universidades que permitem que os cibernautas assistam à defesa de teses de mestrado ou doutoramento. Temos ainda os congressos, conferências… com oradores que não precisam de se deslocar (será menos válido o contributo?). </p>
<p>Não se trata de uma novidade, mas sim de sublinhar a necessidade das instituições encararem o que já há muito está aí: as plataformas digitais (com <a href="http://dn.sapo.pt/inicio/tv/interior.aspx?content_id=1672130&#038;seccao=Media">acesso</a> cada vez mais móvel).</p>
<p>[Dica do <a href="http://piar.blogs.sapo.pt/212045.html">PiaR</a>]</p>
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