«Liberdade de Impressão!»
LEITURA obrigatória do artigo do sociólogo Gonzalo Graña, neste blog.
Icelandic Modern Media Initiative
LIBERDADE de expressão também em debate na Islândia, onde nasceu um movimento, que pretende não só reforçar esse direito, como também proporcionar forte protecções das fontes.
Publi-Jornalismo
PROMÍSCUA a relação entre os media, a sua necessidade de financiamento e a prática do jornalismo. Uma mistura ‘explosiva’, que do ponto de vista ético levanta sérios problemas, como alerta João Canavilhas, sobre o mais recente exemplo, vindo do Los Angeles Times.
O mesmo é dizer, que a missão/obrigação de informar há muito que foi [...]
“Faz o que você sabe e ‘linke’ o resto”
ROSENTAL Alves é o autor da frase, que proferiu aquando do último workshop/seminário de jornalismo online, quando se referia ao hipertexto. Infelizmente, passados 15 anos da web em Portugal, é pouco usado no jornalismo.
A principal justificação será a existência de uma cultura, nos media, de que são eles os detentores da informação. Nada mais [...]
“Os periódicos impressos vão permanecer por muitos anos”
FUNDADOR do El Pais, Juan Luis Cebrián fala sobre o futuro do jornalismo na era digital, em entrevista concedida a Maria Elena Meneses e publicada na mais recente edição da Sala de Prensa.
(…) el periódico es un producto muy especial. La comunicación se hace por los sentidos, y hay dos sentidos que por lo [...]
Nova interacção com as notícias
APRENDAM, diria Paulo Querido (aqui e aqui). Definitivamente uma apresentação que vale a pena ver e ouvir, sobretudo por parte dos senhores dos media.
Cresce o acesso à informação digital
MOBILE é o que se está a evidenciar, cruzando os dados partilhados por João Canavilhas e o mais recente relatório do Pew Internet & American Life Project.
Os números não enganam
IMPRENSA desce no que toca à circulação, no formato tradicional, em 2009, porém, cresce quando o acesso é online (Expresso 629% e Público 150%).
(via João Canavilhas)
“Auto-regulação frustrada” em Portugal
CONCLUI o jornalista e investigador Carlos Camponez, citado pelo JN, com a tese “Fundamentos de Deontologia do Jornalismo – A Auto-regulação frustrada dos Jornalistas Portugueses (1974-2007)”.