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	<title>JORNALICES &#187; Opinião</title>
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	<description>Jerónimo blogging about Media &#38; Journalism</description>
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		<title>Jornais e jornalismos em Portugal</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 17:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ARTIGO que mete o ‘dedo na ferida’, por Nobre-Correia.
(via Vanessa Quitério)
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1614982&#038;seccao=J.M.%20Nobre-Correia&#038;tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco">ARTIGO</a> que mete o ‘dedo na ferida’, por Nobre-Correia.</p>
<p>(via <a href="http://www.twitter.com/vanessaquiterio">Vanessa Quitério</a>)</p>
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		<title>“Enterrar talentos?”</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 12:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[IMPRENSA de inspiração cristã foi o mote para uma conversa com Alexandre Manuel, que tem estudado, nos últimos anos, o papel sociológico destes meios. É mesmo impossível falar em imprensa, regional, sem falar no importante papel da Igreja, ao longo da história. Uma abordagem que versou ainda sobre temas, preocupantes, como a crise e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>IMPRENSA de inspiração cristã foi o mote para uma <a href="http://localmediapt.wordpress.com/2010/06/18/conferencia-sobre-estudo-realizado-a-imprensa-local-e-regional/">conversa</a> com <a href="http://www.cies.iscte.pt/investigadores/ficha.jsp?pkid=196&#038;subarea=mestres">Alexandre Manuel</a>, que tem estudado, nos últimos anos, o papel sociológico destes meios. É mesmo impossível falar em imprensa, regional, sem falar no importante papel da Igreja, ao longo da história. Uma abordagem que versou ainda sobre temas, preocupantes, como a crise e o fecho de alguns títulos. E são-no, de facto, sobretudo quando falamos nos de inspiração cristã. </p>
<p>Questiono-me, por vezes, qual será o papel de Deus neste particular. Melhor: que espaço Lhe está a ser dado, pelos seus servos? Como estão(?) a utilizar as ferramentas de evangelização de que dispõem? Como podem, títulos que não existem por motivos comerciais, para darem lucro, alegarem a crise para serem fechados? Que voz da/à Igreja, ao coração dos homens?</p>
<p>Muitas questões, pessoas e expressões me ocorreram em tão curto espaço de tempo. Uma delas foi o falecido padre Acácio Marques, que tantas vezes dizia que “o Espírito Santo não gosta muito de organizações”. Quando há muita, “ele vai-se embora”. A parábola dos talentos, do Evangelho de São Lucas (<a href="http://www.paroquias.org/biblia/?c=Lc+19">19,12-27</a>) foi outra, bem como o grito de São Paulo “ai de mim, se não anunciar o Evangelho!” (1.ª Coríntios 9,16).</p>
<p>Uma última questão: como estão a ser cuidados os dons que Deus dá à Sua Igreja?</p>
<p><em>(Artigo publicado na edição do semanário <a href="http://www.omensageiro.com.pt">O Mensageiro</a>, de 8 de Julho)</em></p>
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		<title>Crise económica e mediática</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 11:22:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[AGAIN, again and again. É certo que Portugal está em crise, mas não me parece que seja apenas económica. Reconhecendo que não acedo à informação veiculada, sobre esta matéria, em todos os media portugueses, na generalidade do que vejo parece-me que se tem dado demasiada importância aos ‘números da crise’, em detrimento da busca por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>AGAIN, again and again</em>. É certo que Portugal está em crise, mas não me parece que seja apenas económica. Reconhecendo que não acedo à informação veiculada, sobre esta matéria, em todos os <em>media</em> portugueses, na generalidade do que vejo parece-me que se tem dado demasiada importância aos ‘números da crise’, em detrimento da busca por respostas. </p>
<p>Há, porém, excepções. Ao nível da televisão – o meio mais transversal e abrangente a todos os sectores da sociedade –, por exemplo, já por duas vezes que apanho, na <a href="http://www.sic.pt">SIC</a>, Ricardo Costa a comentar este ponto da actualidade, apontando caminhos que me pareceram consistentes para sair da crise e que se podem resumir no ditado popular ‘não guardes para amanhã, o que podes fazer hoje’.</p>
<p>O Alexandre Gamela colocou, esta manhã, o <a href="http://twitter.com/alexgamela/status/12993889824">‘dedo na ferida’</a>, consequência – a meu ver – do jornalismo que se faz por cá. Não se trata de dar só notícias boas (‘jornalismo positivo’), mas procurar as respostas. Ou como li um dia: “Parem de me dar <em>breaking news</em>! O que eu preciso é de perceber os ‘porquês’ e os ‘comos’”. </p>
<p>Logicamente que este não é um problema especifico do tema, mas da prática, das rotinas do jornalismo contemporâneo, com reduzido espaço para a investigação, essência da actividade. Esperam-se (desejam-se) melhores dias, para o jornalismo, para Portugal.</p>
<p><em>Actualização (17h05): <a href="http://aeiou.expresso.pt/cinco-medidas-imediatas-para-responder-a-crise=f579170">Cinco medidas</a>, pelo <a href="http://aeiou.expresso.pt/">Expresso</a></em>.</p>
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		<title>“Atiradores de pedras?”</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 18:34:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CONDENAR a prática e não o praticante, é, moralmente, caso raro. O habitual é estigmatizarem-se ambos. Será que se tentam perceber os fundamentos da acção praticada? Ou será que, por outro lado, impera a ideia de que ‘esses’, que praticam a iniquidade, são seres ‘inferiores’, muito abaixo do ‘pedestal’ de quem julga?
Perdoe-me, caro leitor, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CONDENAR a prática e não o praticante, é, moralmente, caso raro. O habitual é estigmatizarem-se ambos. Será que se tentam perceber os fundamentos da acção praticada? Ou será que, por outro lado, impera a ideia de que ‘esses’, que praticam a iniquidade, são seres ‘inferiores’, muito abaixo do ‘pedestal’ de quem julga?</p>
<p>Perdoe-me, caro leitor, a ‘filosofia’ inicial, mas esta vem a propósito de um tema recorrente, nos últimos tempos, nos órgãos de comunicação social: a pedofilia. As notícias mais recentes surgem da Alemanha e associam-na a alguns membros do clero daquele país. Quem fala na prática de tão horrendo acto, também o pode fazer relativamente a violar, roubar, matar ou injuriar. São actos condenáveis, é certo, mas quem os pratica será assim tão diferente do cidadão comum? E se, um dia, caro leitor, que porventura pensa que nunca faria tais actos, se confrontasse com uma situação extrema, como pensa que reagiria?</p>
<p>“Dar a outra face”, como preconiza o Evangelho, parece uma utopia, nestas alturas. E é-o, de facto, se pensarmos que tal é possível com muito esforço e não como um dom de Deus. Quem não se recorda, ainda, daquela outra passagem das escrituras, em que, face ao iminente apedrejamento da mulher adúltera, Jesus apela, a quem não tivesse pecados, que atirasse a primeira pedra – os acusadores começaram a abandonar o local, a começar pelos mais velhos? Ou ainda daquela sobre a ovelha perdida, que o Bom Pastor encontrou e carregou alegremente aos ombros, ao invés de lhe dar uma ‘cajadada’ no lombo, por se ter extraviado?</p>
<p>Estas linhas não servem, caro leitor, para desculpar a prática, mas simplesmente reconhecer a debilidade e precariedade da existência humana. Só quem ‘cai e se levanta’, quem experimenta, verdadeiramente, o perdão, pode olhar para estes homens – também eles filhos de Deus – e lamentar o sofrimento que provoca(ra)m, nos outros e em si próprios.</p>
<p>Penso que é aqui que entra a necessidade de um coração ‘ecológico’, renovado, convertido, como refere D. António Marto, na mensagem para a presente Quaresma. Oxalá que assim seja, com a Páscoa.</p>
<p><em>(Artigo publicado na edição do semanário <a href="http://www.omensageiro.com.pt">O Mensageiro</a>, de 11 de Março)</em></p>
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		<title>«Liberdade de Impressão!»</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 23:11:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[LEITURA obrigatória do artigo do sociólogo Gonzalo Graña, neste blog.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>LEITURA obrigatória do artigo do sociólogo Gonzalo Graña, neste <a href="http://rsurgente.opsblog.org/2010/03/10/liberdade-de-impressao/">blog</a>.</p>
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		<title>Efemérides</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 17:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[HOJE é dia de celebrações e retrospectivas. De alegrias e nostalgias. Hoje é dia de dizer obrigado, a todos aqueles que têm contribuído para ser aquilo que sou. Hoje é (novamente) dia de Te dar graças, por estares sempre presente, no colorido, no cinzento, no negro da vida. Hoje é dia de dizer obrigado!
PS: Este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>HOJE é dia de celebrações e retrospectivas. De alegrias e nostalgias. Hoje é dia de dizer obrigado, a todos aqueles que têm contribuído para ser aquilo que sou. Hoje é (novamente) dia de Te dar graças, por estares sempre presente, no colorido, no cinzento, no negro da vida. Hoje é dia de dizer obrigado!</p>
<p>PS: Este <em>post</em> tem o ‘alto patrocínio’ <a href="http://www.youtube.com/watch?v=XTb9GNIxpMk">destes senhores</a> <img src='http://www.jornalices.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>“Os alicerces estão podres”</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 12:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CRUA realidade nacional, no que toca à formação superior e empregabilidade. “Sou português, tenho 28 anos, curso e mestrado” dá título a uma crónica de Maria de Lurdes Vale, no DN. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>CRUA realidade nacional, no que toca à formação superior e empregabilidade. “Sou português, tenho 28 anos, curso e mestrado” dá título a uma <a href="http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1494825&#038;seccao=Maria%20de%20Lurdes%20Vale&#038;tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco">crónica</a> de Maria de Lurdes Vale, no <a href="http://www.dn.pt">DN</a>. </p>
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		<title>‘Depressa e bem, não há quem’</title>
		<link>http://www.jornalices.com/2010/02/22/%e2%80%98depressa-e-bem-nao-ha-quem%e2%80%99/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 16:23:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[VALE a pena ler o artigo de opinião de Manuel Pinto – docente e investigador da Universidade do Minho – no Página1.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>VALE a pena ler o artigo de <a href="http://mediaserver.rr.pt/rr/others/61251632015901.pdf">opinião</a> de Manuel Pinto – docente e investigador da Universidade do Minho – no <a href="http://www.pagina1.pt/">Página1</a>.</p>
<p><a target='_blank' title='Guerra de trincheiras' href='http://mediaserver.rr.pt/rr/others/61251632015901.pdf'><img src='http://img94.imageshack.us/img94/6996/mpinto.jpg' border='0'/></a></p>
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		<title>“Comunicação de massas”</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 01:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[NUMA semana em que muito se tem falado da “liberdade de expressão” e de alegadas “pressões na comunicação social”, surgem exemplos, que reprovo, enquanto leitor. Já não bastava a instabilidade social, provocada pela crise económica, aqui e ali vão surgindo notícias ‘incendiárias’, que em nada ajudam a promover a coesão, a estabilidade. 
No dia em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>NUMA semana em que muito se tem falado da “liberdade de expressão” e de alegadas “pressões na comunicação social”, surgem exemplos, que reprovo, enquanto leitor. Já não bastava a instabilidade social, provocada pela crise económica, aqui e ali vão surgindo notícias ‘incendiárias’, que em nada ajudam a promover a coesão, a estabilidade. </p>
<p>No dia em que as atenções se centravam no ‘clássico’ Sporting x Benfica – ½ finais da Taça da Liga –, lia-se num diário, on-line, “Derby: vingança depois do Algarve?”, com uma foto de um atleta ‘leonino’, de ‘peito feito’ ao árbitro, que tanta polémica causou na então final da Taça da Liga, 2008/09, envolvendo precisamente os dois ‘grandes’ de Lisboa. ‘Jornalisticamente’ falando, a notícia desenvolvia-se em torno de factos, porém, atendendo ao ambiente já de si ‘incendiado’ – polémica com os bilhetes e a habitual tensão que os derbies provocam – terá sido esta abordagem a mais sensata?</p>
<p>Ouvia ainda alguém ler, num diário nacional, do mesmo dia, em papel, “Papa Bento XVI: Pedófilos devem ser afogados”, título referente a uma notícia que dava conta de um encontro com o Conselho Pontifício para a Família. Como seria de esperar, esta rapidamente se disseminou, sobretudo na Internet, onde se lia também, na edição on-line de um semanário, que “os que escandalizam as crianças merecem que lhes coloquem uma mó de moinho ao pescoço e os atirem ao mar”, citação igualmente atribuída ao Papa. Não quereria o jornalista referir-se antes ao evangelho de São Mateus (18,6-7): </p>
<blockquote><p>“Mas, se alguém escandalizar um destes pequeninos que crêem em mim, seria preferível que lhe suspendessem do pescoço a mó de um moinho e o lançassem nas profundezas do mar. Ai do mundo, por causa dos escândalos! São inevitáveis, decerto, os escândalos; mas ai do homem por quem vem o escândalo!”?</p></blockquote>
<p>Responsabilidade é o que se pede, também, àqueles que integram a comunicação social, que tem por missão (in)formar os seus leitores, ouvintes, telespectadores, com factos concretos. Há quem se dedique ao sensacionalismo. É legítimo. Há quem aprecie. Por outro lado, a missão do jornalista, na actual conjuntura, global, é cada vez mais difícil, na medida em que lhe é exigida, em pouco tempo, por exemplo, a produção de conteúdos para multiplataformas (é, de facto, uma actividade desgastante). Porém, antes de cada profissional há uma pessoa, um cidadão, um leitor, um ouvinte, um telespectador. No período difícil que o país atravessa, seria importante que cada um pudesse dar o seu contributo. No caso dos jornalistas, seguir a sugestão de D. António Marto, bispo de Leiria-Fátima, quando dirigiu a primeira edição de 2010 de um semanário leiriense, em que pediu um olhar mais “humano”, mais verdadeiro, para a sociedade. Ámen!</p>
<p><em>(Artigo publicado na edição do semanário <a href="http://www.omensageiro.com.pt">O Mensageiro</a>, de 10 de Fevereiro)</em></p>
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		<title>Votos de um ano repleto de boas notícias</title>
		<link>http://www.jornalices.com/2009/12/31/votos-de-um-ano-repleto-de-boas-noticias/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 17:17:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
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